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Palestra com o tema “Tabagismo, Alcoolismo e Dependência Química” marca o quarto dia da SITAP
Palestra com o tema “Tabagismo, Alcoolismo e Dependência Química” marca o quarto dia da SITAP
/ 22/10/2021

Nesta quinta feira, 21/10, os colaboradores da Coopermota, puderam assistir a palestra de “Tabagismo, Alcoolismo e Dependência Química”, com a enfermeira Francisley Costa Hermanowoski, através da SIPAT (Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho).
Na palestra a enfermeira, explicou que o fumo, por exemplo, é responsável por 90% das mortes por câncer de pulmão e por outros tipos de tumores como o de boca, o de pâncreas, o de bexiga, o de colo de útero, entre outros. “Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a morte decorrente por tabagismo é evitável, portanto, combatê-lo é fundamental” salienta.
De acordo com Francisley o tratamento oferecido nas unidades segue as diretrizes do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) e inclui desde a avaliação clínica até terapia medicamentosa, se houver necessidade. “Baseadas na abordagem cognitivo-comportamental, as sessões em grupo ou individuais são coordenadas por profissionais de saúde de nível superior e, nos encontros, são abordados temas que levam o usuário a compreender o motivo que o leva a fumar, os riscos deste consumo, os benefícios de parar de fumar e até como prevenir as recaídas” complementa.

O QUE A LEI DIZ? - Em 1986 foi criada a Lei Federal de nº 7.488 que instituiu o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado anualmente em 29 de agosto, para “alertar a população contra os malefícios advindos com o uso do tabaco”. Há, ainda, a lei federal nº 12.546, aprovada em 2011 e regulamentada em 2014, que proíbe fumar em locais de uso coletivo, públicos e privados e fechados; antes dela oito unidades da federação já tinham normas próprias para tratar o tema, como o Estado de São Paulo que foi o primeiro do país a adotar lei antifumo, em 2009.

Em relação ao alcoolismo e o uso de dependência química, Francisley classificou como um sério problema de saúde pública. “O vício nos preocupa muito. O uso compulsivo de álcool é uma doença crônica e afeta diversos aspectos da vida do paciente, como comportamental e socioeconômico”.
A enfermeira reforçou que é fundamental conscientizar as pessoas acerca dos malefícios do álcool e drogas, evitando que elas se tornem dependentes. “Importante ressaltar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a dependência em drogas lícitas ou ilícitas é uma doença”. E afirma que o uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, crack e cocaína é um problema de ordem internacional. “Essa questão preocupa nações do mundo inteiro, pois afeta valores culturais, sociais, econômicos e políticos”, finaliza.

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